sexta-feira, 9 de abril de 2010
sábado, 3 de abril de 2010
Portimão: Acção de fiscalização no Cais Comercial ontem de manhã
Tabaco apreendido
Um total de 24 caixas de tabaco de contrabando – cerca de 12 mil maços – foi apreendido ontem de manhã pelos serviços da Alfândega, em duas viaturas que se encontravam a bordo do ferry ‘Volcán de Tijarafe’, no Cais Comercial de Portimão.Segundo o CM apurou, a primeira situação envolveu um Ford Fiesta, de matrícula espanhola, no qual foram apreendidas sete caixas de tabaco da marca Red.
O contrabando foi detectado pela Polícia Marítima, que procedia a uma fiscalização de rotina, tendo o caso sido remetido para a Alfândega, a quem compete.
Os dois ocupantes da viatura, ambos portugueses, foram identificados.
Momentos depois, a Alfândega, com o apoio da Unidade de Controle Costeiro da GNR, apreendeu as restantes 17 caixas de tabaco, este da marca Ducados (American Blend), que se encontravam num Renault, também de matrícula espanhola.
Tanto os dois carros como o tabaco foram apreendidos. As autoridades instauraram os respectivos processos de contra-ordenação, com vista ao pagamento das multas.
O ferry ‘Volcán de Tijarafe’, do armador Naviera Armas, proveniente de Las Palmas, faz escala na Madeira.
quarta-feira, 3 de março de 2010

Este é o por do sol na praia da gale - albufeira,
e este mamarracho que esta aqui ha frente é uma torre do sistema YUVAL que foi algo que foi adquirido no tempo da velha e extinta guarda fiscal e que depois passou para a brigada fiscal e agora unidade de controlo costeiro da gnr, no tempo em que estava pleno das suas funcoes servia para controlar as embarcaçoes que passavam pelo seu raio de accão visual, que dependia das variadissimas condiçoes metereologicas mas ainda eram alguns kms ou milhas, composto por televisores a preto e branco e o FLIR que servia para apoio nocturno estando completamente operacional sendo o efectivo de 12 praças e um sargento com turnos de 8 horas, hoje é de 4 praças e os turnos passaram a 24 horas.
quando da minha colocação no posto de observaçaõ yuval da galé ja o equipamento contava com milhares de horas de utilizaçaõ e pouca manutenção a torre unclusive sofre de grave degradação devido a proximadade do mar que no caso sao uns meros 10 a 15 metros a falta de subselentes o efectivo era e foi reduzindo ate eu me fui embora ficando apenas 4 elementos os menos que lá se encontram agora , estando tambem complectamente obseleto já se previa a instalão de um novo sistema o SIVIC para 2009 o que nao se verificou vamos ficar ha espera que chegue .
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
dizia ele que faziam duas equipas e jogavam pedras uns aos outros para se divertir, faziam fisgas arcos e flechas e mais coisas mais que eu fiz como escorregar nas cascas de eucalipto iamos a pesca utilizando varios utensílios. as canas eram cortadas na figueirinha era lá que havia canas da india e também nozes que na altura delas fazíamos grandes ataques as nogueiras.
cheguei a entrar nas grutas da nascente do ourão na altura com o dr.JRQ e ainda entramos um bocado grande atamos uma linha cá fora para depois poderemos voltar.
coisas que hoje em dia são impensáveis para crianças que éramos na altura, provavelmente vinham tirar-nos da nossa família.
quem é que imaginava fazer arcos de troncos de árvores e depois fazer flechas de varetas de guarda chuva aguça-las de um lado aquilo espetavasse numa porta quanto mais de acertasse-mos em nós.
andava sempre com uma fisga no bolso quem sofria eram os pássaros, rãs praticamente tudo o que mexia.
todos percebíamos de pirotecnia rudimentar por muita sorte nunca nos aleijávamos muito quando chegava o Carnaval eram sacos de bombinhas que eram rebentadas lá na aldeia dentro de laranjas, batatas, aboboras, latas tudo o que pudesse rebentar também as abríamos e dividíamos a pólvora por varias pedras que depois com ajuda de uma pedra ou mesmo com os nossos pés as fazíamos explodir . fazíamos badalos atirávamos telhas para a entrada das casas dos velhos e alguns menos velhos aquilo parecia um bando .
tiravamos os carros das vacas para o largo da igreja ninguém dormia na noite de Carnaval e ainda havia o balde da agua , o algodão de tossir os peidos engarrafados