esta semana quando escutava a radio comercial ouvi la um locutor referir que tinha um assunto interessante, esse assunto não era mais do que uma cronica como viviam as crianças antigamente e o que faziam que lhe tinha sido enviada por ouvinte:
dizia ele que faziam duas equipas e jogavam pedras uns aos outros para se divertir, faziam fisgas arcos e flechas e mais coisas mais que eu fiz como escorregar nas cascas de eucalipto iamos a pesca utilizando varios utensílios. as canas eram cortadas na figueirinha era lá que havia canas da india e também nozes que na altura delas fazíamos grandes ataques as nogueiras.
cheguei a entrar nas grutas da nascente do ourão na altura com o dr.JRQ e ainda entramos um bocado grande atamos uma linha cá fora para depois poderemos voltar.
coisas que hoje em dia são impensáveis para crianças que éramos na altura, provavelmente vinham tirar-nos da nossa família.
quem é que imaginava fazer arcos de troncos de árvores e depois fazer flechas de varetas de guarda chuva aguça-las de um lado aquilo espetavasse numa porta quanto mais de acertasse-mos em nós.
andava sempre com uma fisga no bolso quem sofria eram os pássaros, rãs praticamente tudo o que mexia.
todos percebíamos de pirotecnia rudimentar por muita sorte nunca nos aleijávamos muito quando chegava o Carnaval eram sacos de bombinhas que eram rebentadas lá na aldeia dentro de laranjas, batatas, aboboras, latas tudo o que pudesse rebentar também as abríamos e dividíamos a pólvora por varias pedras que depois com ajuda de uma pedra ou mesmo com os nossos pés as fazíamos explodir . fazíamos badalos atirávamos telhas para a entrada das casas dos velhos e alguns menos velhos aquilo parecia um bando .
tiravamos os carros das vacas para o largo da igreja ninguém dormia na noite de Carnaval e ainda havia o balde da agua , o algodão de tossir os peidos engarrafados